Pesquisador do DGTH destaca em reportagem ao G1 os desafios da baixa oferta de doutorado na região de Sorocaba

Doutor e pesquisador Carlos Henrique Costa da Silva, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) — Foto: Divulgação
Doutor e pesquisador Carlos Henrique Costa da Silva, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) — Foto: Divulgação

Em entrevista ao G1 Sorocaba e Jundiaí, o pesquisador Carlos Henrique Costa da Silva, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), analisou os dados de um estudo que aponta a Região Metropolitana de Sorocaba como a que possui o pior índice de oferta de cursos de doutorado entre as regiões paulistas que contam com a presença de ofertas de doutorado.

Com 2,7 milhões de habitantes, a região possui apenas 10 cursos de doutorado (todos concentrados no município de Sorocaba), o que equivale a 0,36 cursos por 100 mil habitantes. Na reportagem, o pesquisador enfatiza que, embora a expansão do doutorado exija maturidade institucional e infraestrutura, ela é um pilar fundamental para o desenvolvimento regional. A possibilidade de formação avançada no território evita o deslocamento de talentos, fortalece os laboratórios locais e atrai investimentos para a ciência e a inovação.

Leia a notícia na íntegra e confira a análise detalhada de nosso pesquisador aqui.